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O trabalho em um ambiente corporativo requer uma notória habilidade de convívio social. Na maioria das empresas, esse convívio é segmentado em áreas e repartições. Dentro de cada local de trabalho, há uma divisória separando os funcionários. O objetivo dessa separação é explicado na antiga ideia de privilegiar apenas o foco e concentração no trabalho individual.

Entretanto, as empresas estão buscando inovação. Para isso, elas optam pela nova estrutura física das áreas de trabalho. O modelo é chamado de “open space“, em que consiste na formação de um grande escritório sem paredes, privilegiando o contato entre os funcionários.

Como toda ideia a ser analisada, há sempre pontos fortes e fracos que auxiliam na discussão entre a gerência na implementação ou não desse novo modelo de estrutura física empresarial.

Confira os principais aspectos do open space:

Linha Open

Pontos positivos

Incorporar espaços como os “open spaces” é uma alternativa para quem busca implementar design thinking. Aproximar os setores da sua empresa, menos paredes e mais fluidez de circulação, espaços colaborativos mais próximos do staff, ausência de divisórias que delimitam a empresa por hierarquias, reuniões informais, áreas de descompressão… Tudo isso agiliza a troca de informações e permite que os colaboradores conversem, interajam e compartilhem conhecimento com maior naturalidade, e atinjam objetivos de alcançar inovação através da metodologia que o design thinking se apropria.

Outro ponto favorável à adoção do open space é o aspecto subjetivo dos funcionários, que na maioria das vezes, sentem-se mais à vontade no ambiente de trabalho em que não há restrições físicas, facilitando as trocas de informações pertinentes ao trabalho. A imagem passada pela empresa para os trabalhadores está ligada a formação de uma unidade empresarial. Os responsáveis pela administração de empresas sabem o quanto é importante o funcionário se relacionar com a empresa sentindo-se como parte integrante: O rendimento supera as expectativas.

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    Linha Brasil

    Pontos negativos

    Há pessoas que discordam dessa nova política de infraestrutura, alegando os pontos negativos como: os gastos na reforma de retirada de paredes e divisórias, além da compra de novos móveis para complementar a reestruturação do ambiente de trabalho. Logo, é necessário que haja um planejamento orçamentário para a implementação desse modelo de trabalho. Além disso, há quem reclame dos ruídos sonoros que são mais perceptíveis pela falta de divisórias que privatizem os setores.

    Nesses casos, opta-se por móveis autoportantes individuais, menores, que cabem em ambientes com um maior número de paredes.

    Entretanto, para os administradores que conseguem visualizar o maior rendimento e o aumento da margem de lucro a curto e médio prazo, o investimento torna-se favorável e essencial.

    Outro fator que leva a discussão sobre a implantação desse novo sistema está relacionado a questão de cumprimento de regras, pois é inevitável que, com a implantação do open space, o nível de conversas improdutivas, de caráter íntimo e individual, irá aumentar. Mas o administrador que conquistou o respeito dos seus subordinados verá sua equipe como um exemplo de profissionalismo. Apesar de não existirem paredes físicas, o ambiente de trabalho continua sendo empresarial.

    Logo, mediante as opiniões expostas, o custo benefício do open space é um valioso investimento. A tendência está relacionada as empresas se adequarem a esse novo perfil de infraestrutura no estabelecimento empresarial. Portanto, embora haja pontos negativos, a adoção desse novo método de interação entre os funcionários vem ganhando espaço entre as empresas.

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